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JUNHO TEVE TEMPERATURAS ABAIXO DAS MÉDIAS E CHUVAS MAL DISTRIBUÍDAS

As temperaturas em junho de 2026 foram inferiores às médias. Em Dourados, a temperatura média foi mais de um grau inferior à média histórica. A temperatura mínima foi de 3,8 ºC, a mínima do ano, até o momento. Em Rio Brilhante, a temperatura média também foi mais de um grau inferior à média de 14 anos. Em Ivinhema, foi registrada a menor temperatura média da série de dez anos no mês de junho, 18,3 °C. Em Naviraí, a temperatura média em junho foi quase um grau inferior à registrada em junho de 2025. Praticamente a totalidade das chuvas ocorreram no período de 11 a 14 de junho. Em Dourados, na área da Embrapa Agropecuária Oeste, choveu 112 mm. Em Rio Brilhante, o total de chuva foi menor, 80 mm. Em Ivinhema choveu 97 mm e em Naviraí, apenas 62 mm. Os solos da região iniciaram junho com níveis de umidade ideais ou satisfatórios. Devido à ausência de chuvas, os índices de umidade dos solos decresceram continuamente. No entanto, as chuvas registradas a partir do dia 11 de junho foram suficientes para elevar os níveis de umidade e manter os solos com condições hídricas ideais no restante do mês.

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JUNHO TEVE TEMPERATURAS ABAIXO DAS MÉDIAS E CHUVAS MAL DISTRIBUÍDAS

As temperaturas em junho de 2026 foram inferiores às médias. Em Dourados, a temperatura média foi mais de um grau inferior à média histórica. A temperatura mínima foi de 3,8 ºC, a mínima do ano, até o momento. Em Rio Brilhante, a temperatura média também foi mais de um grau inferior à média de 14 anos. Em Ivinhema, foi registrada a menor temperatura média da série de dez anos no mês de junho, 18,3 °C. Em Naviraí, a temperatura média em junho foi quase um grau inferior à registrada em junho de 2025. Praticamente a totalidade das chuvas ocorreram no período de 11 a 14 de junho. Em Dourados, na área da Embrapa Agropecuária Oeste, choveu 112 mm. Em Rio Brilhante, o total de chuva foi menor, 80 mm. Em Ivinhema choveu 97 mm e em Naviraí, apenas 62 mm. Os solos da região iniciaram junho com níveis de umidade ideais ou satisfatórios. Devido à ausência de chuvas, os índices de umidade dos solos decresceram continuamente. No entanto, as chuvas registradas a partir do dia 11 de junho foram suficientes para elevar os níveis de umidade e manter os solos com condições hídricas ideais no restante do mês.

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Água Disponível no Solo


A água disponível no solo representa a quantidade hídrica que pode ser absorvida pelas raízes. O cálculo é realizado por um balanço hídrico sequencial diário, para um período de 180 dias. São apresentados resultados dos últimos sete e trinta dias.

Dourados

O balanço hídrico deste site é do tipo sequencial diário e é calculado com base nos seguintes critérios:

1. Evapotranspiração de referência (ET0): calculada pelo método Penman-Monteith FAO;

2. Precipitação Efetiva (Pe): estimada pelo método Número da Curva;

3. Capacidade Total de Água no Solo (CTA): definida em 83 mm para a camada 0 a 1,0 m, com base em curvas de retenção de solos da região de Dourados, considerando a umidade gravimétrica de 32,3%, tensão 10 kPa (capacidade de campo), e de 25,4%, tensão 1,5 MPa (ponto de murcha), com densidade do solo de 1,23 g/cm³;

4. Coeficiente de cultivo (Kc) igual a 1,0;

5. Coeficiente de estresse hídrico (Ks): estimado pelo método linear;

6. Evapotranspiração real (ETr) = ET0 Kc Ks;

7. Considera-se que o solo estava na capacidade de campo no início do cálculo;

8. Havendo excesso hídrico, o solo necessita de um dia para atingir a capacidade de campo.